Se voce conhece a família ou conhecidos entre em contato

Marcelo e Raquel surdo-mudos precisam de ajuda. ATUALIZAÇÃO AGOSTO/1913: ENCONTRADOS OS PAIS BIOLÓGICOS.

LIOR DOS SANTOS

Procuro minha mãe Izabel Alves dos Santos. Nasci em Agosto ou Set/1986 - Curitiba ou outra região

BUSCA IMEDIATA É LEI FEDERAL 11.259/05

Determina que o registro do desaparecimento de crianças e adolescentes seja feito imediatamente. Não é necessário esperar 24h.

50 MIL CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECEM POR ANO NO BRASIL

20% desses casos não são resolvidos, ou seja, 10 mil crianças e adolescentes não voltam para as suas famílias.

DESAPARECIDOS DO BRASIL NA LUTA CONTRA OS SEQUESTROS DE CRIANÇAS

O tráfico humano existe e é a principal causa dos desaparecimentos de crianças e adolescentes. Junte-se à nós nessa luta! Cadastre-se.

28 de nov de 2013

Lukas Wesley Barbosa continua desaparecido


ATUALIZAÇÃO  - 28/11/2013 - Rede Record irá passar hoje, 28/11/2013,  mais uma matéria sobre o pequeno Lukas Wesley da Silva, desaparecido em 23/9/2012.

Veja a matéria:




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ATUALIZAÇÃO -  A polícia deu como encerrada a investigação. Um menor confessou que assassinou a criança e está preso na Fundação Casa, porém o corpo do Lucas  nunca foi encontrado. A mãe contesta a versão da polícia. Veja abaixo o e-mail que ela enviou às autoridades.






Email enviado pela mãe de Lucas Wesley às autoridades.

De: Cintia da Silva Barbosa
Data: 30 de março de 2013
Assunto: : Reabertura do caso de Lukas Wesley Barbosa (3 anos). Criança desaparecida em 23/09/2012.
Para: seguranca@sp.gov.br, pessoasdesaparecidas@ssp.sp.gov.br
Cc: dh@mp.sp.gov.br, infancia@mp.sp.gov.br, ouvidoria@mp.sp.gov.br

Srs. Da Secretaria de Segurança Pública, representada pelo Sr. Fernando Grella Vieira e Ministério Público do Estado de São Paulo, representados pela secretaria de Direitos Humanos e Infância e Juventude, venho por meio desta fazer um apelo junto à Sociedade Brasileira sobre reabertura do caso do meu filho, Lukas Wesley Barbosa, 3 anos, desaparecido em 23/09/2012 na cidade de São Paulo.

Meu filho desapareceu na porta da casa no dia 23/09/2012. Testemunhas disseram ter visto ele pela última vez na companhia de um adolescente, no qual, depois foi feito um retrato falado amplamente divulgado na mídia. O adolescente foi reconhecido e apreendido. Quando apreendido, disse ter levado meu Lukas até a Praça da Sé, onde entregou-o a uma mulher.
Após esse relato, o adolescente mudou sua versão, dizendo ter abusado sexualmente e matado meu filho, e após isso jogou-o de cima da ponte de um córrego, no bairro Aricanduva, Zona Leste de São Paulo. O Corpo de Bombeiros na época fez buscas no córrego e nenhum corpo ou pistas sobre o meu filho foram encontradas. Na época inclusive foi divulgada que assim que o Corpo de Bombeiros tivessem informações precisas sobre o corpo, as buscas seriam retomadas imediatamente. Onde estão essas buscas?! Onde está meu filho?!
O delegado da divisão da Delegacia de Desaparecidos e Divisão Antissequestro, Sr. Joaquim Dias Alves, na época disse “ter fortes indícios da autoria e materialidade do crime”. Sr. Joaquim, materialidade de um crime é o quê, um corpo?! Onde estão as provas?!

O que eu, como mãe, cidadã brasileira pergunto há 6 meses é:

1. Como o Estado que tem o orgulho de ter um programa “São Paulo em Busca das Crianças e Adolescentes Desaparecidos”, lançado em 25/05/2012, pode tratar com tanta omissão e descaso o desaparecimento de uma criança de apenas 3 anos de idade? Como?!

2. Que ações foram feitas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, representada pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas, para dar uma resposta definitiva à minha família em relação ao meu filho?

3. Que ações foram feitas pela Secretaria de Segurança Pública em relação ao meu filho, obedecendo a lei federal do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)?! Lei essa que estabelece no Capítulo VII, “§2o A investigação do desaparecimento de crianças ou adolescentes será realizada imediatamente após notificação aos órgãos competentes, que deverão comunicar o fato aos portos, aeroportos, Polícia Rodoviária e companhias de transporte interestaduais e internacionais, fornecendo-lhes todos os dados necessários à identificação do desaparecido.”

4. Como um caso que teve uma considerável repercussão na mídia, não teve resposta efetiva sobre o encontro de um corpo ou mesmo direcionamento das investigações de que realmente meu filho foi entregue a uma pessoa na Praça da Sé? E em se tratando da entrega de uma criança na Pça. Da Sé, câmeras de vigilância foram analisadas? Como esse adolescente se dirigiu à Praça da Sé; onde estão os registros de bilhetes de ônibus?

5. Por que temos tantos casos de crianças e adolescentes desaparecidos (368 casos) registrados no site da Secretaria de Segurança Pública do Estado de SP, sem solução, sem direcionamento? Casos como Larissa Izabel Heymer (BO 1610/2011), Lucas Fuzaro Mori (BO 113/2011), Lucas Pereira (1751/2008), Hugo Ribeiro (desaparecido em 07/2007) dentre tantos outros?! E meu filho, onde está?!

6. Por que o BO do meu filho (Queixa 15826/2012, BO 5220/2012) ainda consta como criança desaparecida, sendo que a polícia diz “ter fortes indícios da autoria e materialidade do crime”. Ora Srs., insisto em perguntar; a materialidade de um crime é um corpo?! Onde está?!

7. A perícia na época verificou condições meteorológicas (tempo) para saber se no córrego realmente foi jogado uma criança e o mesmo foi arrastado pela água até desembocar em algum rio? Onde está o meu filho?!
Srs., eu preciso de respostas! Minha família precisa de respostas! É inconcebível que o Estado, representado pela Secretaria de Segurança Pública para o caso de desaparecimentos, não tenha respostas quanto ao caso do meu filho após 6 meses. O pior de tudo, o caso está praticamente arquivado!Não podemos conviver com o descaso e omissão do Estado! Se preciso for, vou até as últimas consequências para obter respostas sobre o meu filho!


Cíntia da Silva Barbosa, mãe de Lukas Wesley Barbosa (3 anos), desaparecido em 23/09/2012, na cidade de São Paulo-SP.


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Nova atualização em 15/10/2012 -

Veja mais ....  Famliares e amigos não acreditam na versão da polícia e fazem protesto exigindo a continuidade das investigações. 

Veja no site: http://www.desaparecidosdobrasil.org/criancas-desaparecidas/sao-paulo/lukaswesleydasilva


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Atualização em 05/10/2012 - Já são 11  do desaparecimento do pequeno Lucas.

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Completa uma semana o desaparecimento  do pequeno Lucas Wesley Barbosa ( e/ou Lucas Wesley da Silva), de 3 anos, que sumiu no último dia 23, quando estava frente à sua casa na Vila Tango  em São Paulo. A polícia fez rastreamento na região durante toda semana e os moradores do local também fizeram uma passeata numa manifestação por ajuda para encontrar o Lucas. A única pista seria um adolescente visto de mãos dadas com a criança poucos minutos antes do sumiço. 


A partir da descrição de uma testemunha, a polícia especializada fez o retrato falado do suspeito que foi repassado para a mídia na esperança de alguém reconhecê-lo. 

Qualquer informação pode ser enviada para o  DISK DENÚNCIAS 181  SP  O anonimato é garantido.


Mais notícias - G1 SP






25 de out de 2013

Rio de Janeiro pressiona governo para criar uma Delegacia para Pessoas Desaparecidas


CAMPANHA 

Jovita Belfort, mãe do lutador de UFC Vitor Belfort, está lançando uma mobilização exigindo a criação de uma delegacia especializada em investigar desaparecidos no Rio. Sua filha, Priscila, desapareceu em janeiro de 2004. Só nesse ano, já são mais de 3.600 desaparecidos no Estado do Rio.

A pior coisa para parentes de um desaparecido é que qualquer história que inventarem pra você pode se encaixar na situação. Tem dias que acordo achando que a Priscila está morta. Em outros, tenho a esperança de que o telefone vai tocar com minha filha do outro lado da linha.

Casos como o da minha família atingem muita gente e isso, infelizmente, não tem atenção especial do Governo. Ao contrário de outras capitais, o Rio não possui uma delegacia exclusiva para investigar o desaparecimento de pessoas. Ainda que a chefe de Polícia, Martha Rocha, tenha demonstrado interesse nisso, nada foi feito na prática.

No dia 9 de janeiro de 2004, minha filha Priscila foi trabalhar. Colegas a viram entrando no escritório e, mais tarde, saindo para o almoço. Depois disso, Priscila desapareceu. Na mesma noite, meu outro filho, Vitor, foi dar queixa na 14ª DP. Eu, familiares e amigos não aguentamos e saímos pela cidade em busca dela. Voltamos para casa de manhã sem nenhuma informação.

O caso chegou na mídia e eu recebi dois pedidos de resgate, ambos falsos. Minha vida se transformou em peregrinações diárias à Polícia e, em uma delas, soube que havia indícios de que minha filha havia sido assassinada pelo traficante Gerinho, do Morro da Providência. O bandido acabou morrendo e a polícia foi interrogar Sapinho que, à época, era o "dono" do morro. Fiquei desesperada, mas ele negou envolvimento no suposto assassinato da Priscila. Tempos depois, encontraram três meninas parecidas com ela. Mais um alarme falso: nenhuma era minha filha. Embora tenha sofrido com mais essa decepção, meu coração ficou um pouco menos apertado ao saber que três mulheres haviam conseguido voltar para suas famílias.
Agora, com o caso do pedreiro Amarildo, a questão dos desaparecidos voltou à tona. A sociedade precisa aproveitar o momento para cobrar da delegada Martha Rocha, do secretário Beltrame e do governador Sérgio Cabral a criação da delegacia especializada em investigar desaparecidos! Não podemos mais postergar essa história! Esse é um passo fundamental para dar a essas famílias a atenção e o cuidado que elas merecem.

Jovita Vieira Belfort, mãe de Priscila Belfort

Saiba como pressionar o governo do Rio de Janeiro ► http://paneladepressao.org.br/campaigns/362

Caso Priscila Belfort - Desaparecidos do Brasil





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19 de out de 2013

Promotoria reabre o caso da Beatriz Winck idosa que desapareceu no Santuario de Aparecida


Após um ano do desaparecimento da idosa de 78 anos em Aparecida, o Ministério Público do Rio Grande do Sul, que assumiu as investigações em julho deste ano, acredita que ela ainda esteja viva, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço (veja o vídeo). Por isso, o promotor Pietro Chidichimo Júnior vai a São Paulo no fim de outubro para juntar novos depoimentos e fazer uma reconstituição dos últimos passos da mulher.

Beatriz Winck desaparecida



Para ele, a linha de raciocínio é clara. “Eu ainda trabalho com a ideia de que ela esteja viva. Se ela estiver com alguma pessoa, ela está com alguém conhecido. Isso faz sentido”, ressalta. Pietro Chidichimo, encaminhou um ofício à Promotoria de Justiça de Aparecida para que seja descoberto o proprietário de um telefone celular utilizado para ligações telefônicas anônimas aos familiares de Beatriz Joanna Von Hohendorff Winck, de 78 anos.

Assista a reportagem:


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Interpol encontra os pais biológicos de Maria


ATUALIZAÇAO - 1/11/2013

Pais biológicos de Maria são um casal de ciganos, que deram a criança por não terem como alimentá-la. Confirmado pelo teste DNA. O casal que cuidava dela está preso e a menina será encaminhada para adoção.


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Conhece alguma criança sequestrada há quatro anos? 

Esta pergunta  está sendo manchete em todos os jornais do mundo.


"Maria" 4 anos encontrada em um acampamento cigano na Grécia.

Estes olhos tristes  estão comovendo a Grécia.
Teria sido este o destino de Maddie,  - Madeleine - desaparecida há 4 anos, quando os pais sairam  numa  viagem de férias à Portugal em 2007?

Maria

Em uma batida contra drogas, realizada pela polícia da Grécia,  esta menina de olhos azuis foi encontrada em um acampamento cigano, na quarta-feira perto de Farsala, no centro do país. Uma promotora de justiça que acompanhava a operação, conta que viu uma cabecinha loira saindo debaixo das cobertas e achou estranho pois a garotinha em nada se parecia com o casal com o qual vivia. Testes de DNA revelaram que não é filha deles.

Foi autorizado pelo promotor público a divuglação das fotos da  criança. "Até agora não temos nenhuma informação do desaparecimento de uma criança dessa idade na Grécia", disse o chefe da polícia da região de Tessália, Vassilis Hatatsis, para a agência de notícias AFP. A polícia grega pediu ajuda da Interpol para encontrar  a famiia  biológica de Maria e instituições buscam apoio de grupos internacionais de assistência a crianças desaparecidas e vítimas de abuso.

Acredita-se que, pelas feições da menina ela possa ser do Leste ou Nordeste da Europa.

Suposto sequestro em 2009.

As investigações iniciais revelaram que Maria provavelmente foi  sequestrada em 2009.

A polícia grega agora investiga, em maternidades, clínicas, hospitais e lares para crianças, não só os pais com filhos de quatro anos de idade, mas também outros casos semelhantes, o que poderia indicar o tráfico de crianças organizado.

Advogado: Mãe queria se livrar da criança .
A advogada do casal que estava com Maria, em entrevista  para a TV disse: "Skai" de uma adoção ilegal. A menina nasceu de uma mulher estrangeira na Grécia. "Eles queriam se livrar da criança".

Maria pode ter sido raptada de um hospital ou abandonada por sua mãe, disse Halatsis, chefe da polícia.

A menina libertada agora está sob os cuidados da Organização "Sorriso de uma Criança", que ajuda a trazer crianças desaparecidas ou abusadas de volta para seus pais.

Maria está confusa, disse Kostas Yannopoulos, presidente da organização. "Ela viveu em circunstâncias muito pobres, de repente foi arrancada do habitat". Ele conta que ela chorou por muito tempo antes de adormecer de cansaço.

A história de Maria nos faz lembrar a de "Maddie", 3 anos, que desapareceu em 2007, de sua cama em um apartamento de férias em Portugal. O caso foi reaberto recentemente, quando a Scotland Yard divulgou novas imagens de dois suspeitos. (Kko / SDA)

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9 de out de 2013

Onde está Artur Paschoali ?

O estudante universitário de Guará (DF) Artur Paschoali partiu em uma viagem com amigos pela América Latina. No Peru, ele resolveu se distanciar do grupo para conhecer melhor o país. Ele estava fora do Brasil há três meses, vivendo e trabalhando em cidades do Peru.
Por volta das 16h do dia 21 de dezembro, o estudante disse ao gerente do restaurante onde estava trabalhando que iria sair para tirar fotos da cidade.
A partir desse momento não retornou mais.






Organizações tentam suprir falta de cadastro nacional de desaparecidos; conheça as principais



Do R7

Apesar do alto número de pessoas que desaparecem no Brasil todos os anos, o País carece de um cadastro nacional de dados que funcione satisfatoriamente. Em março deste ano, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Justiça, lançou a nova versão de um site que existe desde 2009.

No entanto, o chamado Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos registra, até hoje, pouco mais de 300 casos. Número pequeno diante da demanda nacional (visite o site: http://www.desaparecidos.gov.br/).

Para suprir essa carência, a sociedade civil criou organizações que lidam com o tema e buscam fazer cadastros próprios. Veja abaixo a lista das principais entidades não governamentais e de alguns sites de Polícia Civil direcionados para casos de desaparecimento.
Não governamentais

  • Mães da Sé
http://www.maesdase.org.br/
  • Mães em Luta
http://www.maesemluta.org.br/procura_se.php
  • CriDesPar
http://www.cridespar.org.br/
  • Mães do Brasil
http://blogdasmaesdobrasil.blogspot.com.br/
  • Desaparecidos do Brasil
http://www.desaparecidosdobrasil.org/criancas-desaparecidas/


Estaduais
Desaparecidos MG
http://www.desaparecidos.mg.gov.br/
SSP São Paulo
http://www.ssp.sp.gov.br/servicos/pessoas_desaparecidas.aspx
FIA (RJ-GOV)
http://www.fia.rj.gov.br/sos.htm
Goiás
http://www.policiacivil.go.gov.br/categoria/pessoas-desaparecidas
Assista ao vídeo


29 de set de 2013

Filhos resgatam o pai desaparecido que vivia nas ruas

Inesperadamente a vida surpreende e traz uma nova chance para Arthur


Arthur Motta - em 7 anos envelheceu o triplo, diz ele.

Tudo o que eu mais quero é ser internado, diz Arthur Motta (47), que em 2006 abandonou a família, seu emprego  de diagramador no Correio Braziliense em Brasília  e seguiu para a Bahia onde aprendeu a fazer origamis com folhas de coqueiro, os quais  passou a vender nas sinaleiras para ganhar alguns trocados para  sua sobrevivência e principalmente  sustentar sua dependência química.

Da maconha ao crack

Nestes 7 anos ele foi de cidade em cidade, sem rumo percorreu mais de 40 cidades e foi em Uberlândia (MG) onde fez a última ligação para a família há cinco anos atrás. De lá seguiu para Ribeirão Preto (SP) onde passou a viver na rua.

"Já devo ter vendido mais de mil grilos de folha de coqueiro por esta cidade" 
 Contou ele ao ser entrevistado pelo Jornal A Cidade, que após ouvir a incrível história daquele homem,  procurou contato com a família dele em Brasília.

Em meio às lágrimas Arthur recebe o abraço dos filhos

Em lágrimas e de joelhos, Arthur pede perdão aos filhos, que viajaram de madrugada de Brasília a Ribeirão assim que receberam a notícia da localização do pai, pela reportagem. Não cabendo em si de alegria, Arthur gritava abraçado à eles: "Estes são meus filhos! Meus filhos!

Arthur conta que toda a semana entrava em uma lan house para ver a foto deles pela internet. Confessa que não entrou em contato por vergonha.

"Sou dependente químico, vivo nas ruas... mas nunca passei fome" disse ele.
Alegre, tira do bolso as moedas arrecadadas no sinaleiro onde vendia seus origamis e convida-os para almoçar, recusando que eles pagassem seu almoço.

Após conversarem muito, matarem a saudade, ele atende ao apelo da família,  aceitando voltar a Brasília, se submeter à um tratamento para se livrar do vício do CRACK. Antes de seguir para um hotel com os filhos, ele entrega seu cachimbo para uma companheira de rua.


A HISTÓRIA:
Fonte A Cidade

‘Ele vai renascer’, diz irmã
“Ele aceitou viajar conosco neste domingo [dia 30] para Brasília”, afirmou sua irmã mais velha, a servidora pública Julietta Motta.
Neste sábado (28) mesmo ela procurava clínicas de depedência química para interná-lo na capital.
Segundo sua irmã, a dependência começou logo aos 16 anos, primeiro com maconha. Após vários períodos difíceis, ele conseguiu estabilizar o vício, casou e teve dois filhos – além do terceiro, o mais velho, que é de criação.Durante a gestação do caçula, teve nova recaída, de álcool e maconha. O crack só veio depois que já havia deixado Brasília. Foi devido ao vício que sua estrutura familiar veio abaixo.
Após ficar cinco anos sem manter contato, parte da família perdeu as esperanças. “Minha mãe sonhava que ele estava morto”, diz Julietta. “Talvez ele estivesse morto aos olhos da sociedade. Mas agora queremos provar que ele pode renascer”, completa a irmã, com alívio.
Arthur diz ter vergonha de encontrar a mãe
Em lágrimas, e de joelhos, Arthur pediu perdão ao filhos. “Não há o que perdoar, pai”, respondeu o bancário Herbert Silva de Souza, seu filho de criação. Ao lado, Arthur Motta Júnior, que não o via desde os 11 anos, também chorava.
Se for mesmo a Brasília, ele reencontrará também seu caçula, de 14 anos. 
A irmã e o sobrinho foram facilmente reconhecidos. A maior dificuldade foi com o cunhado Gilmar.
“Você está muito mais gordo”, brincou Arthur.
Sua mãe, com 73 anos, ainda não sabe que ele foi encontrado. “Tenho vergonha que ela me veja nesse estado”, afirmou Arthur, que se surpreendeu ao se ver no próprio retrato, feito pelo fotógrafo doA Cidade na quarta.
“Quero muito me livrar dessa praga do crack, mas não consigo. Por isso, tenho que sofrer e não mereço voltar com vocês”, desabafou.

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4 de set de 2013

A incrível história da mãe de criação que reconheceu a mãe biológica do seu filho

Depois de 33 anos, Dona Terezinha reencontrou, no palco, o filho que desapareceu aos dez meses de idade em Salvador ( BA).


Fátima Bernardes com a mãe Terezinha que buscava o filho há 33 anos

Tudo começou em maio quando a equipe do programa de Fátima Bernardes exibiu uma matéria sobre mães que procuram seus filhos desaparecidos na Bahia. Este programa,  na Bahia, é exibido todas as quartas-feiras com  mães e familiares que procuram filhos e parentes desaparecidos.

Neste dia, em Porto Alegre, D. Nair assistia o programa da Fátima e achou uma das mães muito parecida com Wellington, seu filho de criação.  

A História de Wellington (Edson de Jesus). 
Aos cinco anos,  ele foi encontrado na rodoviária, em Porto Alegre, e levado para a FEBEM (antigo centro de atendimento a menores) .  No início ficou em meio a jovens infratores e só mais tarde, a partir de uma triagem, foi encaminhado FPE RS (Fundação de Proteção Especial) para  menores abandonados onde teve a oportunidade de fazer cursos profissionalizantes e estudar.  

Dona Nair, após assistir  o programa da Fátima Bernardes, naquele dia de maio, buscou contato com aquela mãe que procurava seu filho roubado há 33 anos na Bahia e através da internet passaram a se comunicar, mãe e filho, que imediatamente se identificaram.  

Quatro meses depois, Fátima Bernardes trás ao palco, mãe e filho, para se abraçarem pela primeira vez após a longa separação. No reencontro cheio de emoção, D. Terezinha conta que seu filho foi roubado aos dez meses de vida, dentro de sua própria casa, enquanto preparava a mamadeira do seu bebê. Ela deu queixa na polícia, anunciou em rádios e desde então nunca mais teve paz e nem parou de procurar pelo filho.
“No meu coração, pra mim já é o meu filho. Ele foi levado com 10 meses e eu nunca desisti. Trinta e três anos e eu nunca desisti de procurar meu filho”
Ainda será preciso realizar o DNA para confirmar oficialmente o parentesco, mas para eles isso  é desnecessário, porque além da grande semelhança física, Wellington, cujo nome  de batismo é Edson de Jesus, tem uma  mancha de nascença no braço igual a das suas irmãs biológicas.


O vídeo do programa -  Veja aqui

#Crianças desaparecidas -





30 de ago de 2013

Artur Pietro 3 anos desaparecido

Arthur Pietro Neves da Silva


CRIME ESCLARECIDO

http://www.pc.ro.gov.br/destaque/deccv-caso-arthur-pietro-esclarecido-20140328-4563.html


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O Boletim de Ocorrências foi feito no 6º DP e foi repassado para a Delegacia de Homicídios

Local: Ayrton Sena - Rondônia

Quem souber de informações sobre Arthur Pietro Neves da Silva pode entrar em contato com a família através dos telefones (69) 9300-3439 ou (69) 93258-4565. 


Família pede ajuda na divulgação




Histórico:

Artur Pietro desapareceu da varanda de casa, por volta de 9h30 da manhã, segundo o avô da criança, Washington Luís Pinheiro. Os pais – o segurança Felipe Rogério da Silva Pinheiro, 27 anos, e a vendedora Conceição de Maria Neves, 32 – limpavam a casa, quando notaram o sumiço de Artur Pietro, por volta de 9h30.“Foi uma questão de minutos “, conta o avô. A família está desesperada. Artur Pietro é o primeiro filho do casal.


Prevenção - Recomendações da Polícia.

Em caso de desaparecimento de algum ente querido:

•Ligar imediatamente para o 190 (Polícia Militar) e informar o fato. Os policiais empreenderão buscas e depois registrarão o Boletim de Ocorrência na delegacia da área (não é preciso esperar 24 horas para comunicar à Polícia o desaparecimento);
•Descrever as circunstâncias em que se deu o desaparecimento, bem como a aparência e vestimentas da pessoa, fornecendo o máximo de detalhes. Levar fotos atuais e documentos do desaparecido;
•Conversar com os amigos do desaparecido e analisar suas redes sociais (facebook e outros), de tudo mantendo a polícia informada.

Com relação às crianças, converse com seu filho e recomende a ele:

•Nunca fale com estranhos, mesmo se a pessoa o chamar pelo nome;
•Não aceite caronas, presentes, comida, dinheiro ou convites de pessoas estranhas;
•Memorize o endereço e telefone dos pais (se seu filho tiver alguma deficiência que impossibilite sua comunicação, faça um cartão com esses dados);
•Ande sempre acompanhado na rua e em lugares públicos. Nunca ande sozinho!;
•Evite entrar sozinho em banheiros públicos;
•Se for abordado ou seguido por alguém de carro numa rua, comece a andar na direção oposta do carro e entre numa loja, escola ou outro lugar seguro;
•Procure um adulto ao perceber alguém rondando a casa e grave a aparência da pessoa para descrevê-la à polícia, se for necessário;
•Nunca fique sozinho quando estiver esperando alguém buscá-lo;
•Não coloque dados pessoais como endereço, telefones nas redes sociais e NUNCA marque um encontro com desconhecidos.

Aviso:
A Polícia Civil fez este pronunciamento para tranquilizar as famílias de Rondônia, pois não há nenhuma quadrilha especializada em sequestrar crianças para retirada de órgãos, e se algum dia houver, ela com certeza será desarticulada por nossa instituição. Não tenham medo de enviar seus filhos à escola, mas sempre é bom tomar os cuidados que sugerimos acima.


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28 de ago de 2013

Polícia investiga a hipótese de sequestro de João Rafael


João Rafael Kovalski
A principal suspeita da polícia especializada do Paraná, SECRIDE,  é que o pequeno João Rafael, de  2 anos, possa ter caído em um córrego perto de casa.  O Corpo de Bombeiros vasculhou  o local e não encontraram nenhum vestígio..

Eles também investigam a possibilidade de sequestro, que segundo testemunhas, um desconhecido foi visto  conversando com a criança na porta de casa.

INFORMAÇÕES:

SECRIDE   41 - 3224-6822  ou familiares da criança 41 - 3678-6050 e 41 - 8850-0273


João Rafael,  estava em casa com os pais e avós, na zona rural da cidade de Adrianópolis (PR), quando  desapareceu, na manhã de sábado (24).   


24 de ago de 2013

Jovem de Madureira está desaparecido

Gustavo Araujo Rodrigues, está desaparecido desde o primeiro dia de agosto.

Os dados enviados pela irmã que pede ajuda na divulgação, são:

DESAPARECIDO
Nome: Gustavo Araujo Rodrigues
Data de nascimento: 27/09/1992 IDADE : 20 ANOS 
Nome da mãe: Andrea Araujo Rodrigues
Cidade aonde morava:RIO DE JANEIRO
LOCAL AONDE DESAPARECEU: PRÓXIMO A MADUREIRA
DATA DO DIA QUE DESAPARECEU: 01/08/2013
 ALTURA:1 ,65,MORENO 
CICATRIZ NO ROSTO DO LADO DIREITO,MARCHA NA PARTE DE TRÁS DO PESCOÇO 
PERNA ESQUERDA MENOR POR CAUSA DE UM ACIDENTE 

Informações podem ser enviadas para contatodesaparecidos@gmail.com

ou no FACEBOOK  -

http://www.facebook.com/Amanda.iab


22 de ago de 2013

Jair Bispo da Silva Junior desapareceu em Santo Amaro

Jair Bispo da Silva Junior - Imagem/Família


Desaparecido em 07/08/2013
Local: Rua Cristovão Pereira - Santo Amaro - SP
Registrado na 27° Delegacia Sto Amaro-SP  - BO 8483/2013
Mãe: Maria dos Santos Lopes
Nasc.: 07/03/1987

Informações: (11) 5572 1200 ou 181

Queixa : 18273/2013 SSP-SP - (11) 3311-3547 / 3311-3548 / 3311-3983 


Histórico enviado:
Jair está desaparecido desde o dia 08/08.
Ele saiu de casa não levando nada,  sem documentos, deixou tudo.
Fizemos BO, também fomos DHPP e diariamente os familiares e mãe tem percorrido abrigos e as ruas com foto na esperança que alguém dê alguma pista.

contatodesaparecidos@gmail.com

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Adolescente de Taubaté desaparecido há 8 dias encontrado na capital

Luiz Felipe Costa da Cruz estava desaparecido / Imag Divulgação net
O adolescente Luiz Felipe Costa da Cruz, 16 anos, foi encontrado pela polícia na capital de São Paulo, na noite de quarta feira (21), depois de ficar uma semana desaparecido.

A última vez que foi visto foi no dia 14, em Taubaté onde reside, quando saiu de casa para ir a escola. Naquele mesmo dia, os pais perceberam que ele não havia levado o material escolar, apenas medicamentos.

Familiares e amigos fizeram uma passeata durante a semana na tentativa de localizá-lo e espalharam cartazes pelo local. Nas redes sociais também foi feita grande mobilização para encontrá-lo.

Ele estuda em um colégio que fica nas imediações de onde ele mora e costumava ir a pé até o local.

Luiz Felipe conta sua aventura.
Ele foi até Caçapava e depois pegou um ônibus para São José dos Campos e em seguida outro para São Paulo. Na capital paulista, ele dormiu no terminal Tietê e quando acabou o dinheiro resolveu procurar uma tia que mora na cidade. Na noite de quarta-feira (21), a parente acionou a polícia e trouxe o garoto para Taubaté na manhã desta quinta-feira.


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18 de ago de 2013

Desaparecida no RS é encontrada em Tubarão


Mulher foi localizada pela Polícia Rodoviária Federal

17 de Agosto  - Via Marcelo de Bona - marcelodebona@engeplus.com.br

Uma andarilha, de 31 anos, com registro de desaparecimento na Delegacia de Polícia do município de Três Cachoeiras, no Rio Grande do Sul, foi localizada por volta das 19h30min, desta sexta-feira, em Tubarão.

A mulher foi encontrada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão, quando trafegava pelas margens do Km 335,4 da BR-101. Os patrulheiros rodoviários encaminharam a ocorrência para a Delegacia da Mulher.

Informações com a Polícia Rodoviária Federal ou Delegacia da Mulher de Tubarão/SC

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15 de ago de 2013

O misterioso desaparecimento de um estudante de direito em SC

Everton Luiz  da Cruz - TON - Desaparecido

As fotos acima, foram tiradas poucas semanas antes do desaparecimento. Nelas,  Ton está com minha filha e amigos da faculdade, alegre, brincalhão e feliz com o curso de Direito que frequentava na Univali do Kobrasol (SC). Esforçado, ele se destacava entre os melhores alunos  da sala e tudo indicava que teria um futuro brilhante. Além disso, trabalhava como instrutor em uma academia e morava no mesmo terreno da sua tia, Jurema de Lourdes dos Santos, a quem tratava como mãe. Naquele último domingo à tarde, em agosto de 2011,  quando atendi o telefone, era ele. Brincalhão como sempre, estava alegre e queria combinar  os últimos detalhes do trabalho da faculdade com a Juliana, minha filha, que eles  apresentariam juntos naquela segunda-feira.

No dia seguinte, ao voltar  da Faculdade, Juliana falou preocupada: “Não sei o que houve, o Ton 
não apareceu, vai perder a nota do trabalho.” Preocupada, principalmente porque ele nunca faltava, tentou várias ligações para o celular dele, mas não atendeu. Na terça-feira, pela manhã, ela ligou para a Academia  onde ele era instrutor e lá informaram que não foi trabalhar no dia anterior.

Ao saber disso, passei a sentir uma sensação muito  ruim. Ton desapareceu? Não, não podia ser! Às vezes, fico meio paranoica ao ver tantas pessoas desaparecendo e Ton conhecia este meu trabalho junto aos desaparecidos, ele jamais brincaria com algo tão sério. Mas naquela terça-feira ele também não apareceu na aula e no dia seguinte, a tia Jurema confirmou que não o viu mais depois de domingo.

Surgiu um boato, de um amigo, dizendo que ele já havia sumido uma vez, por depressão, mas não ficou mais que uma semana ausente. Preocupada com as faltas que ele iria  levar, colocando em risco  perder aquela Bolsa do Curso de Direito, decidi ligar para a Faculdade e avisei que ele estava desaparecido, que  fosse notificado para que ele não ficasse prejudicado pelas faltas quando  voltasse. 

Naquela semana surgiram muitos boatos, dos mais variados.Uns diziam que ele havia brigado com a namorada, outros que ele havia discutido com o irmão no domingo à noite, outros que  estava depressivo. Uma antiga namorada dele,  me confidenciou que ele sempre se queixava de fortes dores de cabeça,  mas que nunca falou disso para os parentes para não preocupá-los e ela achava que ele poderia ter passado algum mal súbito.

Nisso se passaram duas semanas e os boatos davam conta que ele  foi visto em vários locais diferentes da cidade e ainda que estava sendo cuidado na casa de um casal amigo. Estes boatos vinham da parte de amigos que o conheciam e todos foram averiguados,  nada se confirmou.

Com dor no coração, fiz o primeiro cartaz do Everton (Ton) como desaparecido e lancei na rede com esperança que alguém pudesse  falar algo  positivo. Olhando o cartaz eu mesma não acreditava naquilo. Vinha-me a lembrança da voz alegre com que havíamos conversado naquele último domingo. Como alguém pode sumir assim? 

Um mês se passou, sem que tivéssemos uma pista concreta de onde ele poderia estar, então pedi para a Jornalista Mônica Foltran  (DC), para que fizesse uma matéria sobre o desaparecimento e foi publicado no  jornal em 29/9/2011. 

Tristeza imensa por não se ter respostas! Onde está o Ton? O que aconteceu com Everton Cruz? 

Teria sido acometido por uma depressão repentina, ou um desgosto muito grande que o fez abandonar tudo?  Estaria desmemoriado vagando a ermo? Teria sido assassinado? Se foi, onde estaria o corpo?

A depressão costuma causar uma série de prejuízos às pessoas, levando-as a abandonar família, estudo, trabalho e tudo mais. O Jorge Gustavo, desaparecido por dez anos, foi  um exemplo disso. Ficou vagando por estradas de uma cidade  à outra por mais de uma década. As estradas estão cheias deles, os andarilhos, pessoas que decidiram se isolar da sociedade, que seguem milhares de quilômetros,  pelas estradas sem fim, sem objetivo algum, apenas andam, andam sem parar. Eles não entram em cidades, quando  chegam  em um município, passam direto ou mudam o trajeto. Geralmente eles não estão documentados. O Jorge Gustavo, nos dez anos em que ficou vagando, atravessou quatro estados, PR > SC; SC > SP; SP>MS. Segundo ele conta,  os Km que ele andou seriam equivalentes a  três voltas em torno da Terra, em linha reta. 

Mas o Ton? Não creio que  esteja na estrada!

Há alguns meses, recebi uma ligação e uma pessoa contou que ao visitar o filho na Penitenciária da Trindade (SC),  teve absoluta certeza que um dos companheiros de cela era o Ton. A partir dessa informação, contatei o Major Marcus Roberto Claudino, da Polícia Militar e hoje coordenador do SOS Desaparecidos de SC, passei à ele a informação para que fosse averiguado, porém mais uma vez nada foi confirmado.

Perto de completar dois anos daquele fatídico dia, a rede  RicMais, transmite uma reportagem  emocionante com a família de Everton Cruz, o Ton, como o chamávamos.

Foi difícil assistir sem deixar a emoção aflorar ...  Este sentimento de impotência diante dos acontecimentos da vida, à qual não conseguimos respostas, é doloroso.  No caso do Ton, caberia uma investigação mais profunda, o que não aconteceu.  Muitos detalhes e controvérsias nesta história  levam a crer que algo de muito sério aconteceu à ele. Temos esperanças, que agora, com a implantação da Delegacia especializada para desaparecidos no estado de Santa Catarina as respostas comecem a surgir.

 Que Deus nos ilumine e esclareça toda verdade, fortalecendo o coração da tia Jurema nesta saudade interminável, assim como da Débora e da Elodi, irmã e tia, incansáveis na busca por respostas.

I.Amanda Boldeke / Agosto 2013
www.desaparecidosdobrasil.org















12 de ago de 2013

Cynthia Rodrigues Saccomani - Veterinária desaparecida

Cynthia Rodrigues Saccomani - Desaparecida - Foto/família
CYNTHIA RODRIGUES SACCOMANI, filha de Sandra Rodrigues Saccomani, está desaparecida há 7 anos.

Ela é formada em veterinária pela UFPR, turma de 1998 em Palotina/PR.

Mãe solicita ajuda  na divulgação.

FACEBOOK


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9 de ago de 2013

Vitória Beatriz da Silva Alves 3 anos DESAPARECIDA

A mãe da pequena Vitória teme pela segurança da  filha que ela acredita possa ter sido raptada pelo pai que é usuário de drogas e não tem residência fixa em Maceió.

Adriana Kely de Araújo,  mãe da criança, explica ainda que a última vez que alguém disse ter visto a menina, ela estaria com o pai nas imediações do Mercado da Produção, na Levada. Outras dizem que a garota estaria vivendo na Vila Redenção, antiga Favela do Bolão, no Farol.

Com medo de represálias ela não divulgou o nome do pai e diz: “Eu não quero problema com ele, só quero a minha filha de volta”

Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro da menina, entre em contato com a polícia, através do telefone 181.

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Fred Magrão Jornalista e ex vereador DESAPARECIDO

Fred Magrão /Arquivo Net
Desaparecido desde junho de 2012 quando acometido por grave crise depressiva.

Jornalista e ex-vereador por Carapicuíba, em duas gestões,  Esmeral Frederico Amazonas, popular Fred Magrão, 53 anos, domiciliado em Osasco (SP), desapareceu de forma misteriosa em junho de 2012.

 Depois do desaparecimento ele nunca mais fez contato com a mãe, que é idosa, ou com os irmãos que estão à frente das campanhas que buscam trazê-lo de volta.

Quando desapareceu em junho de 2012, Fred passava por grave crise depressiva, largou tudo em sua casa em Quitaúna, Osasco. Seu desaparecimento vem gerando uma série de especulações.

De acordo com testemunhas, ele estaria vivendo como sem-teto, magro, debilitado, cabelos desalinhados  porém educado. Fred precisa de tratamento urgente, pois sofre de depressão e pode estar muito debilitado. 
Ele tem 1.87 de altura, calvo, sorriso perfeito (antes de desaparecer), cabelos e olhos castanhos escuros. Neste período não movimentou conta bancária e nem tentou aproximar-se de ninguém. O RG de Fred está bloqueado. O desaparecimento foi registrado no 1º DP de Osasco, na Vila Pestana. 
B.O. 2794/2012.

Informações: contatodesaparecidos@gmail.com

Veronica de Souza da SIlva DESAPARECIDA

Veronica de Souza da Silva


INFORMAÇÕES -

VERONICA DE SOUZA DA SILVA

Pai : JOSÉ DA SILVA
Mãe : VALDECI BATISTA DE SOUZA DA SILVA
Sexo Feminino
Nasc. em : 03/01/1988


Natural de : 

Características : OLHOS CASTANHOS - PELE BRANCA - CABELOS CASTANHOS
Outros dados : TATUAGEM NO PÉ ESQUERDO - " O SR. É MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ"

Queixa : 9131/2009
Boletim de Ocorrênica: 2492/2009

Você viu esta pessoa? Clique aqui ou ligue
para (11) 3311-3547/3311-3548/3311-3983
Polícia Civil do estado de SP

24 de jul de 2013

Facebook proporciona reencontro de irmãs separadas há 28 anos



Duas irmãs catarinenses, de Criciúma, voaram hoje para o Rio de Janeiro para reencontrar suas outras duas irmãs, por parte do pai, da qual não tinham mais notícias desde 1985.

Marilis Cardoso Ramos de Jesus, funcionária pública em Criciuma, SC e os irmãos Enivaldo, Rosimar, Rosiani e Ângela são filhos do marinheiro José Licodemos Ramos, sergipano e viúvo no Rio de Janeiro onde ele teve duas filhas do primeiro casamento.
Marilis Cardoso Ramos de Jesus - Criciúma  Foto/Familia/Som Maior News

Após a morte do pai em 1985, as irmãs  nunca mais se viram. Há poucas semanas a irmã de Marilis fez uma busca no Facebook  para tentar localizar as duas irmãs por parte do pai. Conseguiu encontrar  Gláucia Ramos, e em conversa pelo Facebook  descobriu que ela é neta da  Terezinha,  uma das irmãs que ela estava procurando.

"Eles sempre vinham nos visitar em Laguna e meu pai ia com frequência na casa deles. Só que depois nós nos mudamos para Criciúma e minhas irmãs do Rio de Janeiro, que não tinham casa própria, também se mudaram. Naquela época ninguém tinha telefone em casa, nos comunicávamos através de carta e com essas mudanças perdemos o contato", explica a funcionária pública de Criciúma.

Nesta quarta-feira (24) Marilis e Rosiane seguiram de avião para o Rio de Janeiro, para rever as irmãs após 28 anos de separação.

"Como nunca mais tivemos notícias delas nossa família suspeitou que talvez elas até já tivessem falecido, mas felizmente vamos reencontrá-las. Vamos ter muito o que contar umas as outras sobre tantas coisas que aconteceram nos últimos anos", conta Marilis.

Outros reencontros emocionantes


O Facebook, assim como o Twitter, são excelentes ferramentas para quem busca por parentes dos quais não têm notícias há muito tempo.

Pai e filha se reencontram após quase 50 anos pelo Facebook

Após 48 anos, pai e filha se reencontraram através do Facebook. Frances Simpson, 51, viu seu pai, Tony Macnauton, 72, pela última vez quando tinha três anos. Na ocasião, Tony havia se separado da mãe de Frances. O encontro entre eles aconteceu em Poole, na Inglaterra.


Há poucos dias (04/Julho) outra história emocionante do rapaz que encontrou a mãe que não via há 33 anos três dias após compartilhar foto no Facebook.

Alexandro Silva conseguiu nas redes sociais o que ele havia tentado, sem sucesso, durante a vida inteira: encontrar a mãe. Publicou no Facebook uma foto da mãe Angela Maria da Silva, quando tinha 18 anos, pedindo para as pessoas divulgarem: “Estará ajudando um filho a encontrar a mãe que tanto fez e faz falta até hoje”. Três dias e 5.975 compartilhamentos depois, Alex, como é chamado, se deparou com uma mensagem da irmã caçula que ele sequer sabia que existia. Ao procurar pela mãe, Alexandro acabou encontrando uma família inteira na cidade de Ibiá, interior de Minas
Alexandro Silva e sua mãe /Foto Div. Internet


"Busco a mi mama" ("Procuro a minha mãe" - 

Abandonado aos sete dias de vida, descobriu, aos 23 anos, a mãe biológica graças às novas tecnologias
Com apenas sete dias de vida, Maurício Barros foi abandonado num hospital da Argentina pela mãe. Aos 23 anos, filho e mãe encontraram-se graças a uma campanha lançada no Facebook por Maurício.
Acompanhado pela família adotiva, Maurício encontrou os avós, primos e tios, que o informaram de que a mãe vivia em Córdoba. "Disse--lhes logo que não queria causar problemas, apenas agradecer à minha mãe por me ter deixado nascer".
Maurício Barros/Foto Div. Internet


.Estas e muitas outras histórias tiveram  um feliz reencontro graças a tecnologia e a rede social.

21 de jul de 2013

Crianças desaparecidas são motivo de polêmica nos cinemas de Florianópolis

Em vista de tantas controvérsias geradas a partir da interdição de quase todas as salas de cinema em Florianópolis , na última terça-feita (16) autuadas por descumprimento da Lei Municipal 9028/2012, que determina a exibição de fotos de crianças desaparecidas antes das filmagens, julgamos pertinente emitir uma Nota de esclarecimento com a avaliação de Desaparecidos do Brasil sobre o caso, para melhor compreensão dos fatos. (veja mais abaixo)

A POLÊMICA

" As empresas precisam simplesmente requisitar as fotos e fazer uma vinheta com elas, simples assim" — afirmou o secretário de Serviços Públicos de Florianópolis, Acácio Garibaldi Filho, responsável pela interdição.

" É difícil, porque os órgãos competentes não ajudam em nada. Vara da Infância, Ministério Público, prefeitura, Polícia Militar, tentei todos, e nada. Consegui as imagens que precisava com a ONG Desaparecidos do Brasil que ajuda na busca por pessoas desaparecidas" -- disse o proprietário do Paradigma Cine Arte, Frederico Campos Didoné em entrevista para a RBS.

"O major Marcos Roberto Claudino, da Coordenadoria de Pessoas Desaparecidas da Polícia Militar, disse que nenhuma requisição dos cinemas de Florianópolis chegou à PM. Para Claudino, a obrigatoriedade da vinheta foi amplamente divulgada, mas a medida foi ignorada pelas empresas."

INCONSTITUCIONAL

A assessoria de imprensa do Floripa Shopping informou na quarta-feira (17) que o Cinemark entrou com uma liminar na Justiça e conseguiu a liberação das sete salas. . Assim que as salas foram fechadas, a rede Cinemark emitiu uma nota dizendo que estava surpresa com a ação da prefeitura e que a execução teria acontecido antes do prazo previsto pela lei. A assessoria de imprensa também informou que todas as exigências serão tomadas no prazo máximo de 30 dias.

O juiz Hélio do Valle Pereira, da 3ª Vara da Fazenda Pública, avaliou o pedido e julgou parte da lei municipal nº 9028como inconstitucional.

Além de julgar a interdição como inconstitucional, o juiz acredita que a rigidez maior com relação à exibição das vinhetas deve-se aos cinemas estatais. A Secretaria de Serviço Público de Florianópolis informou que irá recorrer nesta semana contra ação.

"A lei é bem clara, bem simples. Todos devem seguir a orientação" — disse o secretário de Serviço Público, Acácio Garibaldi.
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NOSSA AVALIAÇÃO: 

Em princípio não há o que discutir em relação à Lei , que mesmo contestada por alguns advogados e juízes  sobre a sua constitucionalidade, deve-se levar em conta a causa, que são crianças, pessoas desaparecidas e toda ação favorável à elas deve ser vista com louvor. Apenas é necessário complementá-la.

Foi-nos levantada uma questão pelos editores da vinheta, sobre a  parte  técnica, da condição precária de  várias fotos disponibilizadas pelas famílias, principalmente as mais antigas, onde algumas datam de mais  de uma década encontrando-se  desfocadas ou muito escuras inviabilizando seu uso.

 Desaparecidos do Brasil, ao ser procurado pelas empresas de cinema em busca das fotos,  mesmo não tendo nenhuma obrigação de melhorá-las, trabalhou as imagens, aumentando -lhes a resolução,  dando-lhes mais condição para que pudessem ser  transmitidas em telas de grande porte,   e ainda assim, nem todas  puderam ser utilizadas.

Como não nos foi dado a oportunidade de opinar por ocasião da discussão inicial  da formulação desta lei na Câmara dos Vereadores de Florianópolis, deixamos aqui agora,  nosso humilde  parecer:
O que diz a Lei 9028 - Para obtenção das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, as empresas responsáveis pela exibição de filmes, poderão articular-se com os seguintes organismos:
I - varas da infância e da juventude sediadas no município;
II - conselhos tutelares;
III - Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e Adolescente da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; e
IV - organizações não-governamentais (Ongs) ou fundações legalmente constituídas, cujas respectivas finalidades estatutárias sejam localizar crianças e adolescentes desaparecidos.

Em Santa Catarina (a exemplo da maioria dos estados brasileiros), não há um catálogo com informações atualizadas das crianças, adolescentes e adultos desaparecidos, nem um meio de acesso à estas  informações através de delegacias ou sites da Prefeitura, do Governo Estadual, Secretaria da Segurança, Conselhos Tutelares e dessa forma, torna-se  difícil buscar fotos nestes locais previstos na lei do cinema.

Desaparecidos do Brasil é um dos poucos sites onde se pode encontrar um  grande número de fotos, as quais procuramos manter atualizadas através de contato com as famílias e com pesquisas, dentro da nossa capacidade de trabalho voluntário, sendo uma referência nacional nesse sentido.Talvez por este motivo fomos procurados por duas empresas de cinema para ceder as fotos, assim como  ocorre com outras empresas e até instituições públicas que  eventualmente buscam  em nossas fontes de informação as imagens para  divulgação de crianças e adultos desaparecidas.  Somente as imagens que obtemos através dos sites oficiais não  são passíveis de atualização porque estas, muitas vezes  já nos chegam  incompletas.

Para que esta lei do cinema  possa ser cumprida a contento e não apenas simbolicamente,  é necessário que haja cooperativismo entre as ONGs de pessoas desaparecidas e os demais órgãos do governo,  principalmente as Delegacias, que são a porta de entrada por onde se recebe o Boletim de Ocorrência por ocasião do desaparecimento. Estas informações nem sempre são  atualizadas no site da polícia, onde as fotos já publicadas, muitas se encontram  incompletas, defasadas e não há como sabermos se aquelas pessoas já  foram ou não encontradas, por falta desse canal de comunicação, "nós - polícia - família".

Para evitar que situações semelhantes se repitam em outras comarcas que pretendam implantar a divulgação de fotos de desaparecidos nas salas de cinema, há que se tomar  algumas providências:
1. Manter um cadastro oficial na polícia, com informações  das crianças e pessoas desaparecidas atualizadas periodicamente, de forma que também a família possa participar e interagir, opinando e ajudando naquilo que é de seu interesse;

2. O Estado providenciar  a progressão de idade digital principalmente para crianças e adolescentes, que mudam rapidamente de feição,  disponibilizando-as para divulgação pública.  Entendemos que a divulgação em qualquer meio, de uma foto de criança após vários anos de desaparecimento, onde ela  já se tornou uma pessoa adulta e com pouquíssimas chances de ser  reconhecida através daquela imagem antiga, não tem sentido.

3. Prever na Lei  como de que forma será feita a manutenção e atualização das fotos veiculadas nos cinemas. Todos sabemos que o desaparecimento  é  uma situação flutuante. Há casos que perduram por  meses, anos e até décadas, e outros que podem se resolver  a qualquer momento e a pessoa desaparecida  ser localizada ou contatar  a família. A partir desse momento a sua imagem deve ser retirada  da mídia,  inclusive em vinhetas como as do cinema.  Estipular um período  para as vinhetas serem atualizadas, para não incorrer no erro do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas que  não funciona por falta de  atualização.

Tudo que envolve o desaparecimento de pessoas, deve ser visto com muita seriedade e cuidados e  somente com um trabalho conjunto é que se poderá chegar a um  resultado satisfatório.

  DESAPARECIDOS DO BRASIL
Por I.Amanda Boldeke
19/07/2013

Ao final  da página seguem fotos das crianças, adolescentes e adultos desaparecidos SC.
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ENTENDA O CASO
No último dia 16 de julho, uma terça-feira, quem pensou em levar seus filhos em férias para curtirem um cineminha, foi surpreendido com as salas fechadas e lacradas pelos fiscais da prefeitura que interditaram 19 salas na capital, levantando uma polêmica sobre a questão.

Para reabrirem, eles devem se adequar a lei que manda exibir imagens de pessoas desaparecidas durante 30 segundos entre as filmagens. Segundo o secretário Acácio Garibaldi, titular da Secretaria Executiva de Serviços Públicos, todas as salas já haviam sido notificadas, mas a maioria não providenciou o que estabelece a Lei Municipal nº 9028, de 31 de agosto de 2012, ou seja, a divulgação obrigatória, inclusive citando nomes dos desaparecidos e telefone, para comunicação de seu paradeiro.

“Enquanto não cumprirem a lei, as salas de exibição permanecerão fechadas”, avisou o secretário. "Se após o período de 30 dias ainda não tiverem regularizado, terão o alvará de licença do estabelecimento cassado." (RBS)

CORRIDA CONTRA O TEMPO
Após a interdição na terça-feira, de 19 salas de cinema nos três maiores shoppings de Florianópolis — Iguatemi, Beiramar e Floripa —, as empresas Cinemark, Cinesystem e Cinespaço saíram em busca das fotos de crianças e adolescentes desaparecidos, para exibir antes dos filmes, como determina a lei municipal nº 9028.

Com as salas lacradas, a empresa Cinesystem entrou em contato com Desaparecidos do Brasil através de e-mail, solicitando as fotos para comporem a vinheta conforme determinação da lei.

16 de julho de 2013 22:07
assunto: Fotos de desaparecidos
Trabalho na assessoria de imprensa do cinema Cinesystem, de Florianópolis, e estamos buscando formas para nos adequarmos a uma lei municipal que determina que todas as salas a transmitam por 30 segundos fotos de crianças ou adolescentes desaparecidos antes dos filmes.Vocês teriam algum banco de imagens com nomes e contatos que possamos utilizar em nossas salas? Agradeço desde já"
Como estavam com muita pressa, repassamos à eles as mesmas fotos que já havíamos trabalhado anteriormente para as salas do Paradigma e do CIC. Estas duas salas não foram autuadas por já estarem de acordo com a lei. Clique para ver....

LIBERAÇÃO DO IGUATEMI

A fiscalização ocorreu na tarde da quarta-feira (17) nas 7 salas da empresa do cinema do Iguatemi
que regularizou a situação e foi liberado pela prefeitura de Florianópolis para exibir seus filmes.
Cinco salas foram liberadas, com exceção das duas com tecnologia 3D.
O vídeo com as imagens tem o formato incompatível com as salas digitais. Por isso, a prefeitura e
o Cinesystem fizeram um acordo: A empresa se comprometeu em ajustar as duas últimas salas no prazo de 30 dias e, enquanto isso , exibirá em suas televisões de ambiente as vinhetas de 30 segundos.

O Cinesystem encaminhou o vídeo para a matriz em São Paulo fazer os ajustes e assinou um termo de ajustamento de conduta, documento em que se comprometeu a fazer as mudanças finais em um mês.
Após o acordo forma liberadas.

Nesse meio tempo o FLORIPA SHOPPING e o BEIRAMAR SHOPPING continuavam com a salas interditadas.
DB - Amanda IAB
Link original: http://goo.gl/NeE1I
desaparecidos sc

29 de abr de 2013

Continuam as buscas pela menina sequestrada dentro de casa


Veja também: Famosos se sensibilizam com o sequestro da menina de 11 anos

Irmã de Ida Verônica é intimada para ajudar na construção do retrato falado do sequestrador

Segundo a Polícia Civil, a construção do retrato falado é importante para auxiliar nas buscas dos criminosos e na solução do caso

Foi intimada pela Polícia Civil, Daniele Siqueira, irmã de Ida Verônica, de 8 anos, sequestrada de dentro da casa na última sexta-feira (26). A irmã da vítima irá auxiliar na elaboração do retrato falado do sequestrador, já que ela teve contato direto com o criminoso.

A divulgação do retrato falado do suposto sequestrador devem ajudar nas buscas. "Nós queremos o apoio de todos, qualquer pista, qualquer rastro dos homens que levaram a Ida para nós é bem vindo", contou o delegado da Divisão Antissequestro, Flávio Stinguetta.


ENTENDA A HISTÓRIA

Uma família do tradicional bairro Porto, de Cuiabá, vive um drama desde às 12h30 desta sexta-feira (26). Uma menina
 de apenas oito anos de idade foi sequestrada dentro da residência da família por um homem armado. As informações da Polícia dão conta de que Ida Verônica é filha de um casal de traficantes internacionais e morava em Cuiabá com a irmã mais velha.

Os pais da menina são Pablo Milano, extraditado para Itália e Izabel Feliz, dominicana que cumpria pena em Santa Catarina mas está foragida. Segundo a irmã da vítima, Daniele Siqueira, 26 anos, dois homens chegaram em um Celta branco de vidros escuros e estacionaram em frente a casa.

Um homem moreno de cavanhaque desceu e bateu na porta, foi quando Daniele atendeu. Ela estava sozinha na casa com Ida Verônica e o homem se mostrou interessado pelo terreno ao lado.

"Ele perguntou sobre o terreno e eu disse que não estava à venda. Ele me pediu um copo de água, tranquei a casa e fui buscar, quando voltei ele me apontou a arma e foi entrando", contou Daniele.

Segundo ela, o homem perguntou quem mais estava em casa, e ela respondeu que apenas ela e a irmã. Foi quando ele soltou 'é ela mesmo que eu quero', e saiu arrastando a criança.

Ida foi entregue com apenas três meses de vida a Tarcilla Gonçalina de Siqueira. Na época, a mulher trabalhava em um hotel onde os traficantes costumavam a se hospedar em Cuiabá, e foi a própria Izabel Feliz que pediu para Tarcilla cuidar da criança por um tempo.

Uma 'madrinha' de Ida Verônica chegou a vir para Cuiabá tentando rever a criança. Mas o caso foi parar na justiça e o bebê ficou morando no Lar da Criança, por seis meses, até que a família de Izabel cedeu a guarda à família de Tarcilla.

Quem tiver informações sobre o paradeiro da garota pode ser repassada pelos telefones (65) 9238-1091 ou (65) 9291-0607 ou 190.

Fazendeiro que mantinha trabalho escravo é condenado a 5 anos de reclusão




O proprietário da  fazenda "Novo Prazer" no Pará, foi condenado pela 1ªVara da Justiça Federal de Marabá (PA), a cinco anos e quatro meses de reclusão por manter mão de obra escrava em sua propriedade.

 Segundo o Ministério Público Federal, 11 trabalhadores foram encontrados em condições precárias de moradia, instalações sanitárias, quando existiam , encontravam-se  deploráveis, alimentos encontrados em estado de conservação inadequados e sem água tratada para consumo, que era retirada de poço ou córrego. Alguns deles nem recebiam salário pelo trabalho.


O juiz federal João César Otoni de Matos estabeleceu o regime semi-aberto para o cumprimento da pena. Pelo MPF/PA atuaram no caso os procuradores da República Tiago Modesto Rabelo e Luana Vargas Macedo. A decisão foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Justiça Federal na Primeira Região no último dia 11.

O número do processo é nº 133-28.2011.4.01.3901.




Fonte: UOL Notícias/Blog Sakamoto

Menina de 11 anos que estava desaparecida diz que foi abusada pelo raptor




A menina de 11 anos, que estava desaparecida desde quinta-feira (25) em Cascavel, foi encontrada na manhã de hoje (29) em Cafelândia. Machucada e bastante suja, ela estava na companhia de Cleodir Pereira, 49 anos. Os dois foram encaminhados à 4ª Companhia da Polícia Militar de Corbélia.

O homem já foi casado com a tia da garota que a criava como filha. Os dois caminhavam às margens da PR-180 quando os policiais os abordaram. “Ele tentou se evadir, os dois estavam em situação de andarilhos. Ele entrou em contradição várias vezes, dizendo que ela era filha, depois não era mais. Posteriormente acionamos o Conselho Tutelar e a criança revelou tudo”, conta o capitão Divonsir dos Santos.

A menina contou o que aconteceu com ela nesses cinco dias. “Ele me pegou pelo braço, me tirou da escola antes de eu entrar, falou que ia me levar para o Rio Grande do Sul. Ninguém o conhecia, ele não me deixou pedir ajudar, tapou minha boca. Daí me trouxe a pé até aqui. Foi bem difícil, ele deixava eu dormir no meio do mato e abusou de mim. Falava que se eu voltasse embora, ia me buscar e não ia deixar eu nunca mais ver minha mãe”, disse.

No ano passado, a criança havia fugido de casa ficando fora dois dias. Ela falou que fez isso porque Cleodir ameaçava que iria matar a mãe dela. “Fiquei fora dois dias, depois voltei. Agora também quero voltar para casa, minha mãe [tia] não me bate, ela cuida de mim”, comenta.

Cleodir nega o estupro e alega que retirou a menina de Cascavel para protegê-la da família que a agredia. “Eu trouxe ela para Cafelândia porque ela me ameaçava, falava que não queria voltar pro Conselho Tutelar, dizia que a cunhada batia. Eu estava tentando chegar num lugar e chamar conselho. Eu não tive relação com ela, ela é um anjo”, declara.

Cleodir já foi denunciado em 2008 por estupro contra a mesma menina. Ela foi acolhida pelo Conselho Tutelar e vai passar por exames que poderão confirmar se desta vez houve ou não o estupro. Ele foi conduzido à Polícia Civil que segue investigando o caso.

O Conselho Tutelar de Cascavel já acompanhava a menina, mas não soube informar se há alguma denúncia de maus-tratos na família.