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Marcelo e Raquel surdo-mudos precisam de ajuda. ATUALIZAÇÃO AGOSTO/1913: ENCONTRADOS OS PAIS BIOLÓGICOS.

LIOR DOS SANTOS

Procuro minha mãe Izabel Alves dos Santos. Nasci em Agosto ou Set/1986 - Curitiba ou outra região

BUSCA IMEDIATA É LEI FEDERAL 11.259/05

Determina que o registro do desaparecimento de crianças e adolescentes seja feito imediatamente. Não é necessário esperar 24h.

50 MIL CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECEM POR ANO NO BRASIL

20% desses casos não são resolvidos, ou seja, 10 mil crianças e adolescentes não voltam para as suas famílias.

DESAPARECIDOS DO BRASIL NA LUTA CONTRA OS SEQUESTROS DE CRIANÇAS

O tráfico humano existe e é a principal causa dos desaparecimentos de crianças e adolescentes. Junte-se à nós nessa luta! Cadastre-se.

29 de set de 2013

Filhos resgatam o pai desaparecido que vivia nas ruas

Inesperadamente a vida surpreende e traz uma nova chance para Arthur


Arthur Motta - em 7 anos envelheceu o triplo, diz ele.

Tudo o que eu mais quero é ser internado, diz Arthur Motta (47), que em 2006 abandonou a família, seu emprego  de diagramador no Correio Braziliense em Brasília  e seguiu para a Bahia onde aprendeu a fazer origamis com folhas de coqueiro, os quais  passou a vender nas sinaleiras para ganhar alguns trocados para  sua sobrevivência e principalmente  sustentar sua dependência química.

Da maconha ao crack

Nestes 7 anos ele foi de cidade em cidade, sem rumo percorreu mais de 40 cidades e foi em Uberlândia (MG) onde fez a última ligação para a família há cinco anos atrás. De lá seguiu para Ribeirão Preto (SP) onde passou a viver na rua.

"Já devo ter vendido mais de mil grilos de folha de coqueiro por esta cidade" 
 Contou ele ao ser entrevistado pelo Jornal A Cidade, que após ouvir a incrível história daquele homem,  procurou contato com a família dele em Brasília.

Em meio às lágrimas Arthur recebe o abraço dos filhos

Em lágrimas e de joelhos, Arthur pede perdão aos filhos, que viajaram de madrugada de Brasília a Ribeirão assim que receberam a notícia da localização do pai, pela reportagem. Não cabendo em si de alegria, Arthur gritava abraçado à eles: "Estes são meus filhos! Meus filhos!

Arthur conta que toda a semana entrava em uma lan house para ver a foto deles pela internet. Confessa que não entrou em contato por vergonha.

"Sou dependente químico, vivo nas ruas... mas nunca passei fome" disse ele.
Alegre, tira do bolso as moedas arrecadadas no sinaleiro onde vendia seus origamis e convida-os para almoçar, recusando que eles pagassem seu almoço.

Após conversarem muito, matarem a saudade, ele atende ao apelo da família,  aceitando voltar a Brasília, se submeter à um tratamento para se livrar do vício do CRACK. Antes de seguir para um hotel com os filhos, ele entrega seu cachimbo para uma companheira de rua.


A HISTÓRIA:
Fonte A Cidade

‘Ele vai renascer’, diz irmã
“Ele aceitou viajar conosco neste domingo [dia 30] para Brasília”, afirmou sua irmã mais velha, a servidora pública Julietta Motta.
Neste sábado (28) mesmo ela procurava clínicas de depedência química para interná-lo na capital.
Segundo sua irmã, a dependência começou logo aos 16 anos, primeiro com maconha. Após vários períodos difíceis, ele conseguiu estabilizar o vício, casou e teve dois filhos – além do terceiro, o mais velho, que é de criação.Durante a gestação do caçula, teve nova recaída, de álcool e maconha. O crack só veio depois que já havia deixado Brasília. Foi devido ao vício que sua estrutura familiar veio abaixo.
Após ficar cinco anos sem manter contato, parte da família perdeu as esperanças. “Minha mãe sonhava que ele estava morto”, diz Julietta. “Talvez ele estivesse morto aos olhos da sociedade. Mas agora queremos provar que ele pode renascer”, completa a irmã, com alívio.
Arthur diz ter vergonha de encontrar a mãe
Em lágrimas, e de joelhos, Arthur pediu perdão ao filhos. “Não há o que perdoar, pai”, respondeu o bancário Herbert Silva de Souza, seu filho de criação. Ao lado, Arthur Motta Júnior, que não o via desde os 11 anos, também chorava.
Se for mesmo a Brasília, ele reencontrará também seu caçula, de 14 anos. 
A irmã e o sobrinho foram facilmente reconhecidos. A maior dificuldade foi com o cunhado Gilmar.
“Você está muito mais gordo”, brincou Arthur.
Sua mãe, com 73 anos, ainda não sabe que ele foi encontrado. “Tenho vergonha que ela me veja nesse estado”, afirmou Arthur, que se surpreendeu ao se ver no próprio retrato, feito pelo fotógrafo doA Cidade na quarta.
“Quero muito me livrar dessa praga do crack, mas não consigo. Por isso, tenho que sofrer e não mereço voltar com vocês”, desabafou.

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4 de set de 2013

A incrível história da mãe de criação que reconheceu a mãe biológica do seu filho

Depois de 33 anos, Dona Terezinha reencontrou, no palco, o filho que desapareceu aos dez meses de idade em Salvador ( BA).


Fátima Bernardes com a mãe Terezinha que buscava o filho há 33 anos

Tudo começou em maio quando a equipe do programa de Fátima Bernardes exibiu uma matéria sobre mães que procuram seus filhos desaparecidos na Bahia. Este programa,  na Bahia, é exibido todas as quartas-feiras com  mães e familiares que procuram filhos e parentes desaparecidos.

Neste dia, em Porto Alegre, D. Nair assistia o programa da Fátima e achou uma das mães muito parecida com Wellington, seu filho de criação.  

A História de Wellington (Edson de Jesus). 
Aos cinco anos,  ele foi encontrado na rodoviária, em Porto Alegre, e levado para a FEBEM (antigo centro de atendimento a menores) .  No início ficou em meio a jovens infratores e só mais tarde, a partir de uma triagem, foi encaminhado FPE RS (Fundação de Proteção Especial) para  menores abandonados onde teve a oportunidade de fazer cursos profissionalizantes e estudar.  

Dona Nair, após assistir  o programa da Fátima Bernardes, naquele dia de maio, buscou contato com aquela mãe que procurava seu filho roubado há 33 anos na Bahia e através da internet passaram a se comunicar, mãe e filho, que imediatamente se identificaram.  

Quatro meses depois, Fátima Bernardes trás ao palco, mãe e filho, para se abraçarem pela primeira vez após a longa separação. No reencontro cheio de emoção, D. Terezinha conta que seu filho foi roubado aos dez meses de vida, dentro de sua própria casa, enquanto preparava a mamadeira do seu bebê. Ela deu queixa na polícia, anunciou em rádios e desde então nunca mais teve paz e nem parou de procurar pelo filho.
“No meu coração, pra mim já é o meu filho. Ele foi levado com 10 meses e eu nunca desisti. Trinta e três anos e eu nunca desisti de procurar meu filho”
Ainda será preciso realizar o DNA para confirmar oficialmente o parentesco, mas para eles isso  é desnecessário, porque além da grande semelhança física, Wellington, cujo nome  de batismo é Edson de Jesus, tem uma  mancha de nascença no braço igual a das suas irmãs biológicas.


O vídeo do programa -  Veja aqui

#Crianças desaparecidas -