4 de set de 2013

A incrível história da mãe de criação que reconheceu a mãe biológica do seu filho

Depois de 33 anos, Dona Terezinha reencontrou, no palco, o filho que desapareceu aos dez meses de idade em Salvador ( BA).


Fátima Bernardes com a mãe Terezinha que buscava o filho há 33 anos

Tudo começou em maio quando a equipe do programa de Fátima Bernardes exibiu uma matéria sobre mães que procuram seus filhos desaparecidos na Bahia. Este programa,  na Bahia, é exibido todas as quartas-feiras com  mães e familiares que procuram filhos e parentes desaparecidos.

Neste dia, em Porto Alegre, D. Nair assistia o programa da Fátima e achou uma das mães muito parecida com Wellington, seu filho de criação.  

A História de Wellington (Edson de Jesus). 
Aos cinco anos,  ele foi encontrado na rodoviária, em Porto Alegre, e levado para a FEBEM (antigo centro de atendimento a menores) .  No início ficou em meio a jovens infratores e só mais tarde, a partir de uma triagem, foi encaminhado FPE RS (Fundação de Proteção Especial) para  menores abandonados onde teve a oportunidade de fazer cursos profissionalizantes e estudar.  

Dona Nair, após assistir  o programa da Fátima Bernardes, naquele dia de maio, buscou contato com aquela mãe que procurava seu filho roubado há 33 anos na Bahia e através da internet passaram a se comunicar, mãe e filho, que imediatamente se identificaram.  

Quatro meses depois, Fátima Bernardes trás ao palco, mãe e filho, para se abraçarem pela primeira vez após a longa separação. No reencontro cheio de emoção, D. Terezinha conta que seu filho foi roubado aos dez meses de vida, dentro de sua própria casa, enquanto preparava a mamadeira do seu bebê. Ela deu queixa na polícia, anunciou em rádios e desde então nunca mais teve paz e nem parou de procurar pelo filho.
“No meu coração, pra mim já é o meu filho. Ele foi levado com 10 meses e eu nunca desisti. Trinta e três anos e eu nunca desisti de procurar meu filho”
Ainda será preciso realizar o DNA para confirmar oficialmente o parentesco, mas para eles isso  é desnecessário, porque além da grande semelhança física, Wellington, cujo nome  de batismo é Edson de Jesus, tem uma  mancha de nascença no braço igual a das suas irmãs biológicas.


O vídeo do programa -  Veja aqui

#Crianças desaparecidas -





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